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Saúde mental no ambiente de trabalho: o papel das empresas no bem-estar dos colaboradores

dois homens conversam em ambiente iluminado

Se é um fato que passamos, no ambiente profissional, boa parte do nosso dia, não podemos ignorar que a rotina profissional tem um impacto significativo em nossas vidas. Muito se fala em como manter a produtividade no trabalho, mas nem sempre se questiona o quanto o bem estar emocional pode ser aliado do rendimento. 

O contrário também é verdadeiro: a pressão por um bom desempenho, somada a uma relação desgastante com gestores e pares, pode colocar tudo a perder. Nesse sentido, falar de saúde emocional – tema que, durante a pandemia de Covid-19, ficou ainda mais em evidência – significa pensar em como equilibrar esses fatores, sem deixar de lado a importância dos momentos de pausa.

Entenda como as empresas podem contribuir para promover o bem estar de seus profissionais.

Hábitos ligados à saúde mental: a importância de construir um ambiente profissional de confiança

Na busca por crescer na carreira, muita gente acaba suprimindo o autocuidado, os momentos de lazer e, em muitos casos, até mesmo as relações pessoais.  No entanto, abreviar tudo aquilo que não está ligado a trabalho – mas que é igualmente importante – pode nos desestabilizar, já que, como destaca Vinicius de Holanda e Silva, Gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO) da Votorantim, “todas as pessoas funcionam de forma sistêmica, de maneira que o bem estar não está associado a um único fator, mas a uma congruência e uma série de itens que fazem parte da nossa vida e da nossa rotina”.

Segundo ele, em termos pessoais, cabe a cada um compreender o que compõe essa rotina (e até onde é possível encaixar hábitos como meditação, atividade física e momentos de descanso, por exemplo), mas, por parte das empresas, uma das responsabilidades que podem ser assumidas para contribuir com a saúde mental da equipe é manter um ambiente de confiança, no qual os colaboradores “encontram espaço para poder dialogar, combinando e recombinando entregas, prazos e podendo, assim, gerenciar o próprio tempo”.

Leia também: 47% das empresas não investiram na saúde mental dos funcionários na pandemia, diz estudo

Na visão de Silva, não basta oferecer benefícios como programas de convênio com academias e plano de saúde. “Esses benefícios são um excelente apoio, mas precisam que antes venha uma cultura de acolhimento, de compreensão acerca dos cenários possíveis e de como lidar com cada um deles”, afirma. Para tanto, é a cultura da empresa que precisa estar voltada para os fins de cuidado, atuando na prevenção, na raiz do problema e enxergando a individualidade de seus profissionais, com suas conquistas e angústias próprias. 

Principais inimigos da saúde mental no trabalho

A gestão do tempo e uma espécie de “cultura voltada ao esforço” são, pela experiência do gerente de DHO da Votorantim, os principais inimigos da saúde mental no ambiente profissional. Um exemplo é quando uma pessoa se programa para buscar o filho na escola no final do expediente, ou mesmo para fazer atividade física nesse momento, mas se vê rodeada de problemas que fazem os planos caírem por terra. 

Em meio a um cenário como esse, há quase uma obrigação de que todo o tempo tenha de ser destinado, com esforço, a resolver pendências profissionais o quanto antes: tudo é para já, mas nem sempre essa pressa faz sentido. “Nos deparamos com aquele relatório urgente que foi entregue, mas que foi usado apenas uma ou duas semanas depois. Cabe, aqui, a provocação sobre o uso do tempo e, principalmente, a criação de prioridades: é claro que a produtividade é importante, mas virar noites em claro não significa estar sendo produtivo”, pontua.

“Uma pessoa com a saúde mental em dia, que se sente bem em conseguir conciliar suas atividades laborais com a sua vida pessoal, pode perfeitamente estar em dia com suas entregas. É preciso, para isto, entender o que é prioridade e o que é possível ser feito mais adiante. Essa ideia não deve ser confundida com procrastinação, mas é importante perceber que o tempo é limitado e que precisamos fazer escolhas.”

Leia também: Como falar sobre saúde mental com seu chefe?

O que a pandemia ensinou às empresas sobre saúde emocional

Segundo a pesquisa One Year of Covid, do Insituto Ipsos – encomendada pelo Fórum Econômico Mundial -, mais da metade dos brasileiros entrevistados para o levantamento (53%) declararam que sua saúde mental piorou desde o início da pandemia de Covid-19. O índice é maior que a média dos 30 países e territórios pesquisados em geral, mas as taxas são ainda mais expressivas na Turquia (61%), na Hungria (56%) e no Chile (56%).

A crise sanitária, de acordo com Vinicius de Holanda e Silva, tem ensinado às empresas sobre a urgência do tema, principalmente para se pensar em como evitar que as doenças de cunho emocional cheguem. “Com as pessoas ficando isoladas muito tempo dentro de casa, ficaram latentes as necessidades de se olhar para prevenção em saúde física e em saúde mental. Percebemos a necessidade, ainda, de maior conexão para as pessoas, criando ambientes em que elas se sentissem à vontade para falar o que estão sentindo, para trazer para fora suas angústias, de forma a sabermos como apoiar em cada caso”, diz ele. 

 

O curso Autoconhecimento Na Prática Online está gratuito pelos últimos dias (e oferece certificado!)

olhar refletido em espelho

Com interação com mentores, aulas no formato de microlearning e atividades práticas, o Autoconhecimento Na Prática Online está gratuito pelos últimos dias. Nele, o participante é guiado em uma jornada com objetivo de aprofundar o conhecimento sobre si mesmo, passando por reflexões sobre valores, essência e propósito.

Dividido em 7 módulos, o curso inclui atividades reflexivas, leituras, práticas que envolvem outras pessoas e interação pelo fórum. São necessárias cerca de 10h a 14h para finalizar o conteúdo.

Ao longo das aulas, os participantes entendem seu nível de autoconhecimento e como evoluí-lo através de temáticas que envolvem memórias, objetivos, hábitos e autodesenvolvimento. No final, recebem um certificado emitido pela Fundação Estudar referente à carga horária de 10 horas de capacitação.

Inscrições gratuitas por tempo limitado! Conheça e participe.

 

Educação em Evidência: evento online e gratuito discute o cenário da Educação a partir de diversos setores

jovem estudando em livro

A Associação Cactus, ONG com foco em educação básica, está com inscrições abertas para seu evento online e gratuito Educação em Evidência. Em quatro dias de evento, a ideia é discutir experiências e impactos no cenário da Educação a partir do ponto de vista de diversos setores. Para isso, contará com participantes com atuação em ONGs, startups, empresas, e até no poder executivo e legislativo.

Entre os palestrantes, Anamaíra Spaggiari, Diretora Executiva da Fundação Estudar (organização da qual o Na Prática é uma das iniciativas); Renan Ferreirinha, Secretário Municipal de Educação (RJ); Isabel Pilar, Head do Instituto Credit Suisse Hedging-Griffo; Allyne Silva, Superintendente adjunta do Fundo Brasil de Direitos Humanos; Ari de Sá Neto, CEO Arco Educação; Augusto Lins, Presidente na Stone Pagamentos e Claudio Anjos, Presidente da Fundação IOCHPE.

Para participar, é preciso se inscrever pelo site da Cactus, o que dá acesso a todos os painéis e dias, mas os participantes podem escolher quais assistem. Após realizar a inscrição, o link da transmissão será enviado por e-mail.

Leia também: Conheça a trajetória da secretária de educação responsável por um dos melhores IDEBs do país

 

Agenda

21/06 – Educação e Impacto

23/06 – Educação e Mobilidade Social

29/06 – Empreendedorismo e o Futuro da Educação

01/07 – Iniciativa Privada na Educação

Inscreva-se no Educação em Evidência

 

Participe do Conexão Gestão Empresarial e conecte-se com empresas de diversos setores

Estão abertas as inscrições para o Conexão Gestão Empresarial, evento gratuito e online promovido pela Fundação Estudar – organização da qual o Na Prática é uma das iniciativas. A fim de conectar jovens talentos universitários ou no início da carreira à importantes empresas, a iniciativa acontece nos dias 21 e 22 de julho.

Leia também: Programa de trainee: Arco Educação, Qualicorp, Enforce e outras estão com inscrições abertas

“Um dos grandes diferenciais do evento é que antes do jovem interagir com as empresas, a Fundação Estudar faz um currículo personalizado com match entre o perfil do jovem e o perfil das participantes, para entender quais mais combinam com eles para facilitar as suas escolhas durante o evento. E tudo isso a partir das características identificadas durante o processo seletivo”, explica Anamaíra Spaggiari, diretora executiva da Fundação Estudar.

Além da imersão ao vivo ao longo de dois dias, será possível participar de bate-papos com profissionais do mercado, de painéis de conteúdo, fazer networking com demais participantes e interagir com profissionais de diversas áreas e lideranças das empresas.

Para se candidatar, o interessado deve preencher dados pessoais, acadêmicos e profissionais. Em seguida, cumprir as etapas do processo de seleção. Entre as empresas participantes, estão confirmadas Grupo Boticário, Stone, Hypera Pharma, Azul, BCG, Ambev e Creditas. As inscrições serão encerradas em 20 de junho.

O que você pode esperar do Conexão

#1 Conheça as empresas que mais combinam com você

Preparamos seu currículo personalizado, com match entre seu perfil e o perfil das empresas que mais combinam com você. Tudo isso a partir das características identificadas durante seu processo seletivo, facilitando as suas escolhas.

#2 Assista às palestras e faça perguntas ao vivo

Conteúdos de qualidade com uma boa dose de inspiração aguardam você nos dias de evento. São painéis com grandes nomes dos setores empreendedorismo & inovação, mercado financeiro e gestão empresarial.

#3 Faça seu pitch para os recrutadores

Os 50 jovens com melhor desempenho nas etapas de avaliação do currículo e vídeo do processo seletivo, terão um momento para se apresentar para os recrutadores e aproveitar a chance de se destacar frente aos demais participantes.

#4 Participe de dinâmicas em grupo

Jovens com melhor desempenho nas etapas de avaliação do currículo e vídeo do processo seletivo também têm um momento para resolverem um case. A dinâmica será assistida por representantes das empresas!

#5 Visite as salas das empresas e crie sua rede de contatos

Ao longo do evento online, o participante tem a chance de visitar virtualmente as empresas e conversar com seus profissionais em horários pré-definidos.

#6 Viva uma experiência “gamificada” do evento

Responda quizzes e resolva desafios durante o evento. São uma série de interatividades para garantir uma experiência rica de aprendizado e conexão.

Inscreva-se grátis no Conexão Gestão Empresarial!

Se interessa pela área do Direito? Baixe nosso e-book gratuito sobre a carreira do advogado do futuro!

mulher de roupa social em escritório futurista mexe no computador

Em parceria com o renomado escritório Vella Pugliese Buosi e Guidoni Advogados, o Na Prática lança o e-book gratuito Desafios e Habilidades para o Advogado do Futuro.

Entenda como a tecnologia e as inovações impactam o exercício do Direito, como se adaptar, novas possibilidades de atuação e perspectivas para a profissão, de acordo com quem realmente entende da área (e do futuro dela!).

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12 pessoas compartilham o maior aprendizado de seu primeiro emprego

aprendizado do primeiro emprego

O primeiro emprego geralmente é marcado por grandes aprendizados, porque a experiência de trabalho é incomparável quando se trata de aprender sobre carreira, preferências, como funciona o mercado. Por conta disso, o site ThriveGlobal coletou depoimentos de seus leitores e, como resultado, compartilhou 12 dos aprendizados em um artigo.

Mesmo que não se aplique ao seu contexto – ou que você não esteja na fase do primeiro emprego – as lições podem ajudar ou fomentar reflexões bastante relevantes. Confira!

O que 12 pessoas consideram seu principal aprendizado do primeiro emprego

#1 Dê crédito onde ele é merecido

“Aprendi a importância de agradecer. Meu chefe em um dos meus primeiros empregos era incrível em incentivar os outros, dando crédito onde era devido e agradecendo a cada funcionário individualmente por seus esforços – não apenas apreciando grandes equipes. Essa prática me fez me sentir valorizada e querendo trabalhar muito mais. Agora, em uma função do tipo gerente, priorizo ​​sempre agradecer individualmente aos membros da minha equipe pelo trabalho árduo. Os funcionários sempre darão mais de si quando se sentem respeitados e apreciados – eu sei que vou!”

– Stephanie Purcell, produtora

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#3 Termine as tarefas conforme surgirem

“Eu era uma lavadora de pratos adolescente. O lema gritante de nosso chefe era: ‘Lide com tudo uma vez!’. Apliquei isso na vida. Por que parar colocando a louça na pia quando minhas mãos já estão nelas? Percorra a distância e coloque-as na máquina de lavar louça. Por que pegar este papel e movê-lo para o outro lado da mesa quando posso responder agora e arquivá-lo? Por que colocar um alfinete em algo quando posso decidir agir agora ou nunca? Isso é proficiência em movimento.”

– Roselle Shallah, educadora e assistente social

#3 Não conte com validação externa

“A lição mais importante que aprendi no meu primeiro emprego foi garantir que meu senso de autoestima venha de dentro. Lembro-me de pedir um aumento aos 15 e não conseguir. A rejeição aumentou minha dedicação em fazer o meu melhor, independentemente de eu estar nesse papel ou em outro ou se ir além fosse reconhecido e celebrado ou não. Percebi que meu motivador era a qualidade do meu trabalho e o sentimento que ele me dava, em comparação com o reconhecimento externo.”

– Stephanie Thoma, coach

#4 Apoie seus colegas e não pegue atalhos

“O McDonald’s, quando eu estava lá, fez um ótimo trabalho em promover o espírito de equipe, um senso de competição saudável quase como um time de esporte. Isso enraizou em nós um objetivo compartilhado mais amplo; portanto, não importa quantos clientes aparecessem, cuidávamos uns dos outros. Nos unimos para acompanhar a demanda – sem precisar de atalhos. Qualquer um vai querer cortar custos quando está sobrecarregado, mas, na equipe do McDonald’s, você realmente sentia que queria fazer o melhor para os clientes, porque eles notam tudo – até mesmo os menores descuidos na preparação de alimentos ou alterações na calibração ou proporções. Para nós, a satisfação do cliente era mais importante que o resultado final, porque a lealdade gerará lucros a longo prazo. É tudo sobre a reputação. Além disso, quando se trata de cozinhar, limpe à medida em que avança!”

– Scott Stratton, executivo da área da saúde

#5 Busque o lado positivo das situações

“Meu primeiro emprego me ensinou que ser demitido poderia ser a melhor coisa que já aconteceu comigo. Ao mesmo tempo em que sentia vergonha na época, também sentia alívio; fui resgatado de um ambiente que não me agradava e estava livre para explorar o que se tornaria minha verdadeira paixão!”

– Susie Ramroop, coach

#6 Conheça os ambientes nos quais você se sai melhor

“No meu primeiro emprego, cobri um território que media 150 milhas, o que me permitia ver fisicamente meus colegas de trabalho uma vez a cada três meses e exigia que eu participasse de reuniões internas virtualmente. Embora eu adorasse construir relacionamentos com meus clientes cara a cara, realmente lutei com a extrema independência nesse papel. Perdi o sentimento de comunidade que vem com uma forte cultura de equipe e uma missão compartilhada. Então, o que aprendi com essa experiência é que o ambiente é tudo para mim. A maioria dos seres humanos vive em um habitat que lhes permite se conectar, crescer e se relacionar com outras pessoas, então esse é agora um dos meus maiores motivadores no local de trabalho e funciona como algo inegociável [para mim].”

– Melissa Muncy, marketing de conteúdo

#7 Entenda que todo trabalho inclui atividades que você pode odiar

“Meu primeiro emprego foi trabalhando para meu pai no Alasca. Eu morei com ele durante o verão e trabalhava para o seu negócio na adolescência para economizar dinheiro para a faculdade. A maior lição que aprendi é que todo trabalho exige uma atividade que você pode odiar. Eu odiava muito fazer inventário, meu pai explicou que ele também odiava, mas era necessário. Ele disse que todo trabalho tem partes tediosas, mas mesmo essas partes – quando bem executadas – podem promover o sucesso de uma empresa. Tolerar a tarefa repugnante de vez em quando me manteve avançando em todos os meus objetivos, seja trabalho ou lazer.”

– Bridget Fonger, autora

Leia também: Como conseguir o primeiro emprego sem experiência

#8 Veja cada porta como uma oportunidade

“Com pais que abriram seus próprios negócios, meu primeiro emprego foi criança, assumindo funções ímpares para ajudá-los. Seguindo qualquer conceito de mídia social, e-mail ou internet, nossos esforços de marketing consistiram em deslizar folhetos publicitários sob as portas. Nosso ritmo incluía alguns conjuntos habitacionais de estudantes universitários, com corredores abafados e muitas escadas. Corremos por esses corredores o mais rápido possível e o trabalho foi longo. O que se destaca [na experiência] é que não saíamos até a entrega do último panfleto. Uma porta perdida foi uma oportunidade perdida para ajudar nosso crescimento. Aprendi a não desejar afastar portas ou distrações. E aprendi a vê-los como são: passos necessários para alcançar um objetivo.”

– Jen Hill, escritora e editora

#9 Não apenas escute as pessoas, realmente ouça-as

“A maior sabedoria que adquiri no meu primeiro emprego foi ouvir. Eu aprendi como não apenas ouvir as pessoas, mas como ouvir ativamente. É cansativo, mas sou mais eficaz porque aprendi.”

– John Harrell, empreendedor, autor e palestrante

#10 Coloque as pessoas antes do lucro

“No meu primeiro emprego depois da faculdade, eu era consultor em uma grande corporação nacional. Fiquei emocionado por ter a oportunidade de trabalhar com um grande grupo de colegas e de ter um banco de clientes estabelecido desde o primeiro dia, mas logo percebi que as ineficiências burocráticas e os objetivos da organização em geral não combinavam com meus valores pessoais. Aprendi que quando indivíduos e organizações colocam margens de lucro diante das pessoas, todos perdem. Mudei de emprego 11 meses após o início e nunca me arrependi de seguir em frente.”

– Kristin Heck Sajadi, empreendedor e professor

#11 Não leve a rejeição para o lado pessoal

“Meu primeiro trabalho remunerado foi em telemarketing – ligando para empresas e residências localizadas em Los Angeles a partir do guia telefônico e oferecendo a eles uma assinatura do The New York Times. Tive muitos problemas e também muitas conversas agradáveis. Aprendi a não aceitar pessoalmente rejeições ou reclamações e nunca desistir. Se uma pessoa não estiver interessada, encontre os interessados!”

– Laleh Hancock, consultor de negócios

#12 Seja transparente, pelo seu bem e pelo bem de sua empresa

“Esconder-se debaixo de uma pedra para evitar os desafios dentro da sua empresa ou organização só os transformará em desastres e criará uma cultura negativa e infeliz no local de trabalho. Aprender como não liderar me ensinou a importância de criar uma cultura transparente, honesta e positiva para meus funcionários e clientes. Um local de trabalho feliz e saudável é igual a pessoas felizes e saudáveis!”

– Carrie McEachran, diretora executiva

 

10 líderes inspiradores de séries e filmes que você precisa conhecer (e assistir)

silhueta de pessoas seguindo lider

Aprender sobre liderança nem sempre é simples, porém nem por isso significa que seja uma missão impossível. Não é necessário, por exemplo, ficar preso a lições teóricas, longos textos ou mesmo palestras maçantes. Afinal, é possível ter exemplos de líderes inspiradores em séries e filmes.

E pode ficar tranquilo, também não estamos nos referindo a lideranças que estão restritas a cargos de chefias – e usam e abusam da força de seus funcionários. O líder do qual estamos falando é aquele agente de mudanças; alguém capaz de impactar tanto sua própria realidade quanto a dos outros através do protagonismo e da execução.

Com o devido cuidado de não dar spoilers, o Na Prática reuniu 10 líderes inspiradores de séries e filmes. Entre os critérios de escolha, buscamos fazer uma lista diversificada e que contemplem diferentes gêneros e temáticas para agradar todos os gostos – afinal, o objetivo é que você escolha alguma dessas opções para ver (ou rever).

Líderes inspiradores de séries e filmes

#1 Alvo Dumbledore, de “Harry Potter”

Dumbledore, de Harry Potter

Não apenas para Harry e outros alunos de Hogwarts, Alvo Dumblerdore foi um exemplo de liderança. Como diretor da escola de magia, o bruxo se destacava por atuar com honestidade e sabedoria. A lealdade a sua figura, inclusive, prosseguiu forte mesmo durante a sua ausência, o que demonstra o respeito e amor que ele conquistou entre os seus subordinados.

E ainda que fosse aclamado como o maior mago na memória viva, e mesmo agraciado com enormes talentos, Dumbledore sempre mostrava humildade em qualquer ambiente. Além disso, ele era aberto e costumava sempre se mostrar vulnerável pelo fato de ser igual a todo mundo. Pois ele podia cometer erros como qualquer um – e fazia bem em lembrar aos outros desse fato.

#2 Anna, de “Frozen”

Anna, de “Frozen”

Prosseguindo com a lista de líderes inspiradores de séries e filmes, para quem ainda não assistiu ao filme, é bem capaz de estar se perguntando por que não a Elsa neste lugar da lista? Bom, algumas características e habilidades de liderança da Anna merecem ser destacados.

Para começar, a personagem não se limita a posição ou título como pré-requisitos para tomar a iniciativa de assumir a liderança. Além disso, Anna é leal e é o que por sua vez inspira lealdade e comprometimento de outros. Ainda que com um tanto de teimosia, ela tem a capacidade de aprender com erros e não tem medo de arregaçar as mangas e trabalhar duro.

#3 Ben, de “Capitão Fantástico”

Ben, de “Capitão Fantástico”

Pode até parecer uma distopia a rotina da família Cash, mas é inegável a liderança exercida pelo patriarca Ben. Abominando incontáveis aspectos do sistema capitalista, ele vive com seus filhos nas florestas do estado de Washington (EUA), onde eles são praticamente autossuficientes. É claro que, assim como em uma gestão e também em uma família, alguns conflitos surgem.

Ben, inclusive, questiona a si próprio, comete erros e também pede perdão – assim como um qualquer líder e pai deveriam fazer. Ainda que nem todos os filhos concordem com as suas decisões, ele não deixa de ser respeitado, nem de ensinar a sua visão de mundo e de manter a disciplina. Além disso, o patriarca não poupa os filhos do aprendizado, ainda que muitas vezes seja cru e direto.

#4 Capitão Miller, de “O resgate do soldado Ryan”

Capitão Miller, de “O resgate do soldado Ryan”

Há quem diga que o teste supremo de liderança é a capacidade de guiar pessoas em um combate. Visto que não há nada mais assustador do que enfrentar a possibilidade de morte na guerra. Não importando o contexto, seja de guerra ou paz, a liderança autêntica e um claro senso de propósito são os principais ingredientes que fazem a diferença.

Para quem tem interesse de ter um recorte desse tipo de situação, “O resgato do soldado Ryan” é uma ótima fonte. Na obra, vemos o capitão John Miller sendo confrontado com a missão (quase impossível) de liderar um esquadrão de soldados na Normandia para encontrar e trazer Ryan. Um dos aspectos mais fascinante deste filme é a representação da liderança e da relação entre os soldados, a missão e o capitão – que formou o elo que mantinha a unidade do time.

#5 Capitão Ray Holt, de “Brooklyn 99”

Capitão Ray Holt, de “Brooklyn 99

O capitão Holt já levou muitos tiros (alguns em ação, outros metafóricos) durante sua carreira como comandante dos policiais mais engraçados de Nova York. Mas sua liderança tem muitas camadas, afinal ele é um verdadeiro team player. Inclusive, ele reconhece que tem poder, porém o usa para fazer o bem e proporcionar mudanças.

Pois mesmo Holt sendo a pessoa responsável por definir as regras da equipe, não mede esforços para apoiar e se adaptar quando alguém precisa. Ele se levanta em defesa de qualquer membro de seu time, seja quando o assunto é segurança, carreira ou sentimentos que possam estar feridos.

#6 Jacqueline Carlyle, de “The Bold Type”

Jacqueline Carlyle, de “The Bold Type”

Ao contrário das chefes que estamos acostumados a ver – quem não se lembra da implacável Miranda Priestly de “O diabo veste Prada”? –, Jacqueline Carlyle, a editora-chefe da revista Scarlet na série “The Bold Type”, é uma líder forte e solidária. A personagem se destaca por ser a chefe que todos gostariam de ter (ou ser).

Durante a série, é possível perceber o quanto ela é determinada, mas não inexorável. Fugindo do estereótipo de líderes femininas duras, é gentil, porém sem ser exageradamente suave, além de apoiar sua equipe enquanto a pressiona para fazer o melhor trabalho. Apesar de sua agenda lotada, Jacqueline arranja tempo para orientar seus funcionários, apoiando-os emocionalmente e lutando por eles sempre que necessário.

#7 June, de “The Handmaid’s Tale”

June, de “The Handmaid’s Tale”

A história se passa em uma ditadura religiosa no qual os direitos das mulheres são removidos e um sistema de castas é introduzido. Quando as mulheres são levadas pelo regime, elas perdem sua identidade. É neste contexto que temos Offred, ou melhor June.

Líder por espontaneidade ou por força da situação em que está inserida, a personagem se mostra empática, inteligente e destemida. Sua sororidade é uma das armas mais importantes para formar a resistência ao regime de Gilead. Afinal, é assim que ela consegue unir mais mulheres (e até mesmo alguns homens) ao seu movimento.

#8 Lila, de “A amiga genial”

Lila, de A Amiga Genial

Prosseguindo o nosso ranking, o que falar da genialidade de Raffaella Cerullo? Mais conhecida como Lila, a melhor amiga de Lenú, que narra tanto a tetralogia dos livros assinados por Elena Ferrante quanto a série produzida pela HBO, é intensa e brilhante. Contudo, ela sempre vai além.

Autodidata e cética, desde muito pequena a filha do sapateiro sabia já se mostrava bastante astuta e assumia uma posição de liderança – tanto com amigas e até com o irmão mais velho, sendo capaz de influenciar nas decisões até mesmo de adultos.

Já na fase adulta, não obstante, a personagem torna-se uma peça central na vida daquela Nápoles empobrecida. Apesar da amizade turbulenta com a narradora, Lila é empática e capaz de enxergar profundamente cada um, não medindo esforços para ajudar os seus. Além disso, ela é aquele tipo de liderança que busca promover mudanças no ambiente e mesmo nas pessoas.

#9 Rey, de “Star Wars: O Despertar da Força”

Rey, de Star Wars

Nós já falamos de lições de liderança da franquia Star Wars, porém aproveitamos agora para dar destaque a outro personagem. Logo de cara, uma das lições mostradas por Rey é de que todos têm um passado. E no caso dela, era necessário chegar a um acordo com a sua origem para, então, se deixar ir abraçar um novo futuro.

Além disso, em meio a sua jornada de autoconhecimento, um dos entendimentos da personagem é de que ela é parte do todo. Isto é, somos a soma de todos os líderes pelos quais fomos liderados. Com isso, todo líder que exerceu influência sobre você é parte de você. Não por acaso, Rey se destaca por ser uma liderança que busca pelo equilíbrio.

À Forbes, o pesquisador de liderança Jay Conger afirma que esse estilo não se baseia em simplesmente apresentar argumentos atraentes à equipe. Como resultado dessa conduta, a líder foi capaz de estabelecer credibilidade por meio de experiência e relacionamentos, estruturar objetivos compartilhados e conectar-se emocionalmente com o seu time.

#10 Woody, de “Toy Story”

Woody, de Toy Story

Encerrando a nossa lista de líderes inspiradores de séries e filmes, é quase parte do entendimento mundial que a franquia Toy Story fala, entre outras coisas, fala sobre o fim da infância. E tudo bem, é um ciclo da vida que deve ser cumprido e encerrado. Essa alegoria, porém, ensina outras importantes lições por meio da vida dos brinquedos, que é liderada pelo cowboy Woody.

Independente e forte, o personagem demonstra boas habilidades de gerenciamento. Ainda assim, Woody se preocupa com os outros brinquedos e os leva em consideração sempre quando toma uma decisão. Cativando sentimentos positivos em seus seguidores, ele motiva a sua equipe e tem facilidade em conquistar a confiança e lealdade de outros brinquedos.

 

Imagens: Reprodução

Inscreva-se em evento online e gratuito que busca aumentar representatividade feminina no mercado financeiro

mulheres trabalhando juntas em notebooks

FIN4SHE, movimento idealizado para promover presença feminina no mercado financeiro através de ações práticas de conexão, disseminação de informação e capacitação, está com inscrições abertas para evento gratuito. Voltado para jovens mulheres, o fórum Young Women Summit conta com representantes atuantes para discutir principais temas e tendências, além de buscar aproximá-las das empresas e mercado.

Entre os temas abordados na edição: carreira no mercado financeiro, agenda ESG, equidade de gênero e saúde mental. Já estão confirmadas como palestrantes Ana Buchaim, Diretora de Pessoas, Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da B3, Patrícia Claro, Head de Talent Acquisition na XP Inc. e Tatiana Grecco Diretora de Capital e de Controle de Risco de Mercado e Liquidez no Itaú Unibanco, entre outras.

O evento online e gratuito acontece dia 24 de junho de 2021. Para participar, é preciso se inscrever pelo formulário. A última edição contou com 1.500 mulheres inscritas.

Junto com o evento, as organizadoras também compõem o banco de currículos do movimento – assim, participantes podem ser indicadas para processos seletivos de parceiros.

Além do Young Women Summit, o FIN4SHE também possui um portal de vagas com oportunidades abertas no mercado financeiro. Você pode acessá-lo aqui.

Confira a agenda e inscreva-se no Young Women Summit!

Conheça Wellington Vitorino, um dos poucos brasileiros negros aprovado no MIT e que está formando lideranças para transformar o país

Wellington Vitorino

Membro da rede Líderes Estudar, Wellington Vitorino é um grande sonhador e prova viva de que sonhar é o primeiro passo para alcançar um objetivo. O jovem de São Gonçalo (RJ), filho de um padeiro e de uma auxiliar de saúde bucal, na adolescência dividia o seu tempo entre os estudos e vender doces e picolé. Hoje, ele se tornou um dos primeiros brasileiros negros a ser aprovado para um MBA no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Leia também: Conheça o Programa ProLíder que está formando novas lideranças publicas

“É algo que me deixa com muito orgulho, mas não simplesmente pelo Wellington. A educação está atrelada com os nossos objetivos de carreira, por isso precisamos dar acesso para que mais pessoas tenham a oportunidade de estudar nos melhores centros de estudo”, conta ao Na Prática.

Para ele, estudar nos melhores lugares está diretamente relacionado ao rendimento de cada um. Mas não apenas isso. Uma educação de qualidade, inclusive, também gera maiores potenciais de impacto e transformação à sociedade. Atualmente, além de Wellington, apenas outros dois brasileiros negros também foram aprovados no MIT: Fernanda Lima (formada em 2014) e Juliano Pereira (formado em 2015).

“Eu não conheço 10 presidentes negros de grandes empresas, nem tenho conhecimento de 5 negros empreendedores que faturaram mais US$ 100 milhões ou mesmo 20 diretores negros de grandes organizações. Isso, sem sombra de dúvida, está também ligado ao acesso de oportunidades. Não estou dizendo que você precisa fazer um MBA no exterior para ser um grande executivo, mas ter oportunidades é importante.”

Aproveitando cada oportunidade

Wellington tinha 12 anos quando começou a vender picolé no 7° Batalhão da Polícia Militar de São Gonçalo. Foi uma virada importante em sua vida. Embora sempre tenha sido incentivado pela família a estudar, ele precisou fazer um acordo com o comandante-geral do regimento: mostrar o boletim todo final de semestre como condição para ser autorizado a fazer suas vendas por lá.

A prestação de contas gerou de imediato o retorno financeiro, já que era possível faturar cerca de dois salários mínimos mensalmente, mas também abriu portas para ele. Foi com a ajuda do coronel que Wellington conseguiu uma bolsa de 50% em uma escola particular da cidade – a outra metade ele próprio pagava. Posteriormente, ganhou bolsa em um dos colégios cariocas mais conceituados, a Escola Parque.

O início foi conturbado, visto que a diferença nas abordagens e conteúdos o fazia ter dificuldades até mesmo em matérias das quais ele tinha afinidade. Além disso, havia distância entre a escola e a sua casa em São Gonçalo. Porém Wellington recebeu apoio. Com o auxílio de uma ex-professora, passou a dormir em escola pública do Leblon.

Wellington com seus amigos da escola. Foto: Arquivo pessoal

Ao passo que conseguiu reduzir o trajeto exaustivo, ele ficou indignado com os contrastes entre o ensino público e particular. “Quando faltava algum professor – e sempre faltava! –, eu entrava para dar monitoria. Houve dias que entrei de segunda à sexta”, lembra.

Mais uma vez, os esforços valeram a pena e novas oportunidades surgiram para o jovem. Com uma redação nota mil no Enem, conquistou uma bolsa integral pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) no curso de Administração de Empresas do Ibmec. A escolha não poderia ser outra, já que desde a infância ele era um empreendedor.

Resolvendo os problemas do Brasil

Foi em 2015 que Wellington passou a integrar o Programa de Líderes da Fundação Estudar. Nesse mesmo ano, inclusive, ele assistiu uma palestra do empresário Nizan Guanaes, que afirmou que a juventude não estava se movimentando para resolver os grandes problemas do Brasil. O gatilho foi imediato: no dia seguinte nascia o ProLíder.

A iniciativa tem objetivo de impulsionar a criação de negócios que contribuam para o desenvolvimento do País. Combinando teoria e prática, a metodologia se divide em três etapas: construção de diagnóstico sobre o Brasil, capacitação em liderança e desafio de cases. Além disso, na edição deste ano os participantes puderam escolher entre uma das duas trilhas de conhecimento: política ou empreendedorismo.

“Nos últimos cinco anos eu me dediquei ao Instituto Four, do qual sou fundador e hoje diretor-executivo, e idealizei o Programa ProLíder, que é focado na formação de lideranças para jovens. Tenho focado e contribuído para melhorar tanto o meio público e político, oxigenando o sistema (ao inserir novas boas pessoas), quanto em conseguir transformar de maneira positiva o meio empreendedor, com foco naqueles que querem gerar transformação nas áreas da Saúde, Educação, Infraestrutura, Sustentabilidade e Tecnologia.”

De acordo com o empreendedor, os jovens selecionados para o programa são pessoas que têm muita integridade como valores, com foco em resultados, protagonistas, e vêm de um ambiente de diversidade – seja de gênero, raça, classe e mesmo ideologia – e de representatividade regional.

“[Na seleção] também consideramos o mérito da pessoa, não no sentido simplificado de meritocracia, mas considerando de onde a pessoa saiu e em que lugar ela conseguiu chegar”, pontua. Neste ano, o programa atingiu mais de 3 mil pessoas online. Presencialmente, em 2019, foram mais de 1,4 mil pessoas.

Alcançando o sonho grande

Wellington durante formatura da graduação no Ibmec com sua família. Foto: Arquivo pessoal

Assim como outras conquistas, a aprovação no MIT é mais um degrau na trajetória de Wellington. “Meus planos são continuar empreendendo, tomando risco e fazendo coisas diferentes. E, além disso, sempre tentando unir o empreendedorismo com objetivos grandiosos que gerem transformação. Fazendo isso visando o Brasil e mesmo outras partes do mundo.”

O jovem de 26 anos não esconde as suas ambições de um dia passar a ocupar cargos públicos na política. “Daqui uns 20 anos”, projeta ele. O objetivo é chegar a posições do executivo, como prefeitura, governo estadual e talvez até a presidência da República. “Eu acredito que a gente chega lá.”

E para chegar , seja onde for, ele conta que alguns pontos devem ser levados em consideração. “Algo que me ajudou muito, e levo para a minha vida inteira, foi um jornal entregue a mim diretamente pelo Jorge Paulo Lemann, em 2014.”

Na publicação, o empresário apresentava em uma aula magna cinco pontos que ajudam a realizar os nossos objetivos. Wellington, por sua vez, não pensa duas vezes em também compartilhá-los e, quem sabe, ajudar outros jovens a também alcançarem os seus sonhos grandes.

“O primeiro ponto é conseguir entender que cada pessoa é uma pessoa, mas existem normalmente alguns pontos em comum entre aquelas que são consideradas bem-sucedidas, independentemente de estarem relacionadas ao meio financeiro, mas mesmo por gerar impactos na sociedade”, destaca.

#5 Sonho

“É sonhando que nos desafiamos e somos capazes de fazer coisas grandiosas.”

#4 Gente

“Em seguida vem gente, já que é muito importante nos juntarmos com pessoas boas. Eu aprendi com a minha mãe um versículo da Bíblia, que diz: ‘diga-me com quem andas e te direi quem és’. Indo além, há mais de 200 anos, Rousseau disse que ‘o homem é produto do meio’. Já há algumas décadas, começou a ser estruturado termos e conceitos relacionados a inteligência emocional, em que é dito que uma pessoa é a média de outras cinco com as quais ela convive. Então, como é que ainda não entendemos que é muito importante se juntar a pessoas boas?”

#3 Foco

“O terceiro ponto é ter foco, pois dificilmente sabemos de pessoas que tenham alcançado um resultado muito expressivo e que não tenham colocado muito foco em seus objetivos. Muitas vezes, como jovens, nós temos muita iniciativa, porém pouca ‘acabativa’ – isto é, a capacidade de efetivamente ir até o final. É importante ter a iniciativa e ‘acabativa’, mas a única forma de você alcançá-la é mantendo o foco. Assim, você gera perenidade e legado.”

#2 Assumir riscos

“O quarto ponto é assumir riscos. Independentemente de onde você sair, principalmente se você tem uma origem mais humilde, já que a escassez de recursos acaba por ser algo que naquele ambiente é o mais natural, é importante tomar riscos para fazer algo diferente e alcançar voos cada vez mais altos.”

#1 Eficiência

“Por fim, o último ponto é você sempre buscar melhorar. Isso é eficiência. Devemos tentar melhorar constantemente tanto na nossa vida pessoal, em nossos relacionamentos, quanto na carreira, em aspectos profissionais e acadêmicos. É sempre importante tentar melhorar e ser melhor em diferentes âmbitos da vida e também nos nossos objetivos.”

 

Amazon, TikTok, Ifood e outras startups: veja quase 1,5 mil vagas abertas em junho

visão aérea de mesa com notebooks

Não importa se é uma unicórnio, zebra, camelo ou qualquer outro animal, trabalhar numa startup é o sonho de muita gente. Afinal, quem não gostaria de desenvolver a carreira em empresas que têm a inovação em suas essências?

12 modelos de currículo para baixar, preencher e se destacar no mercado

É pensando nisso que o Na Prática selecionou oportunidades em empresas que são startups (ou foram em algum momento). Ao todo, são quase 1,5 mil vagas! Não acredita?

Pois saiba que as cinco companhias com maior número de vagas no Brasil são: Amazon (311), SalesForce (93), Microsoft (80), 99 (73) e TikTok (71). Juntas, elas são responsáveis por mais de 40% das vagas desta curadoria – mais precisamente de 628 delas.

Por que trabalhar em uma startup?

Ainda  que atuem com serviços e produtos diferentes entre si, todas as startups têm bastante em comum: trazem inovações disruptivas – algumas para o Brasil, outras globalmente – e fomentam uma cultura que inclui autonomia, flexibilidade e uma carga alta de desafios.

Entre as vantagens, a estrutura baseada nesses valores impulsiona o desenvolvimento acelerado. Por isso, selecionamos startups e empresas de tecnologia que buscam novos talentos, mesmo em tempos de crise. Confira as atuais oportunidades pelo Brasil.

8 dicas para uma comunicação eficiente trabalhando em home office

“A eficácia das equipes remotas raramente tem a ver com o diagnóstico errôneo de que as pessoas são de alguma forma inerentemente menos produtivas quando não estão sendo monitoradas pessoalmente”, destaca Brian Zotti, vice-presidente de Serviços e Operações, em artigo na Forbes.

Leia também: Vagas home office: confira nossa seleção mensal de oportunidades de trabalho remoto

Em vez disso, segundo ele, um dos principais problemas costuma ser falta de alinhamento entre as partes, algo facilmente evitado com práticas de comunicação mais eficientes. Em tempos em que o home office é recomendado porque aumenta o isolamento social, muitas empresas experimentam pela primeira vez esse modelo de trabalho, que tem peculiaridades e seus próprios desafios.

Um deles, o da comunicação. Como fazer com que ela seja tão clara e assertiva quanto é presencialmente? Compilamos as melhores dicas do artigo da Forbes mencionado e de outro texto, da tradicional revista de negócios Inc., para ajudar a melhorar a sua comunicação, do seu time ou empresa, enquanto o trabalho se dá remotamente.

8 dicas para uma comunicação eficiente em home office

#1 Deixe as expectativas claras

Nada é tão claro quando se está à distância, por isso o melhor é comunicar as expectativas e não deixar que as pessoas façam suposições. Se você gerencia pessoas, seja claro com elas sobre qualquer expectativa de comunicação e produtividade nova ou diferente que tenha agora que sua equipe está trabalhando remotamente.

“Crie um manual de comunicação que delimite o ‘quem’, ‘o quê’, ‘quando’ e ‘como’ e como seu time deve interagir”, diz Brian.

#2 Use bem as ferramentas disponíveis

O vice-presidente entrevistado recomenda Skype, Google Hangouts, Zoom e Adobe Connect para comunicações por vídeo. Para ele “as ferramentas de comunicação são críticas para permitir interações abertas, contínuas, diretas e em tempo real”.

Na prática, isso pode incluir inclusive treinamentos (mesmo que casuais) sobre como utilizar ferramentas virtuais de casa, para que todos do time consigam contribuir para a fluidez na comunicação.

Leia também: Ferramentas gratuitas para trabalhar em home office

#3 Aposte na comunicação “cara a cara” (pelo menos) de vez em quando

Kyle Winkfield, presidente da empresa de gestão de patrimônio Finley Alexander destaca a importância das conversas “um a um”. “Se você não receber uma resposta em um dia, envie um lembrete. Algumas pessoas ficam em pânico com todas as notícias e certas tarefas tendem a se perder em sua organização diária.

Ainda acredito que um ‘cara a cara’ através de uma plataforma como o Facetime é o mais eficaz.” No contexto atual, as pessoas valorizam e precisam ver um rosto amigável (pelo menos) de vez em quando.

#4 Na dúvida, escolha comunicar mais do que menos

Prefira comunicar de mais do que de menos quando estiver em dúvida. Se você pensar que seu colega pode querer saber de alguma coisa por exemplo, fale, mesmo se ele não perguntar. Assim, diminui a chance de suposições erradas por parte dos outros.

#5 Deixe claro como e quando podem falar com você

Informe a sua equipe sobre seus horários e hábitos de trabalho. Você prefere que as pessoas conversem com você logo de manhã? Quer uma atualização diária ou semanal sobre o que seu time está fazendo? Prefere não estender as reuniões para depois das 19h? Quanto mais orientação e limites der (claro, se puder), menos mal-entendidos ocorrerão e mais suave será o trabalho remoto. Isso é ainda mais importante se você e sua equipe trabalham em diferentes fusos horários.

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#6 Crie o hábito de responder prontamente

Responda prontamente e-mails, chamadas e correios de voz. Lembre-se de que as pessoas tendem a ter mais consciência sobre o tempo quando trabalham remotamente. Além disso, a informação pode ser urgente e/ou paralisar parte do trabalho de alguém, então vale levar isso em conta e prevenir o prejuízo aos colegas.

#7 Resolva os problemas (grandes) com uma ligação

Para problemas grandes, considere ligar para a outra pessoa. E-mail, texto, mensagens instantâneas, Slack e outros métodos de comunicação escritos são ótimas ferramentas, mas são mais propensos a provocar mal-entendidos. Quando perceber que isso está acontecendo, pegue o telefone e resolva a questão com uma conversa.

#8 Mantenha também os seus hábitos casuais de comunicação

Se você costuma conversar pessoalmente com os colegas antes de uma grande reunião, faça isso mesmo à distância. Se costuma conversar com o seu par pela manhã, faça o mesmo remotamente.

Mesmo em casa, é interessante confirmar o recebimento de mensagens e entrar em contato com as pessoas quando iniciar e terminar o dia. Tente seguir os mesmos rituais e hábitos para manter os relacionamentos, uma comunicação eficiente e até um maior senso de normalidade.

Ensina Brasil: abertas inscrições para formação focada em habilidades socioemocionais

Estão abertas as inscrições para a 4ª formação do ciclo “Aprender e Reaprender” organizado pelo Ensina Brasil. Online e gratuita, a iniciativa tem como tema central as “Habilidades Socioemocionais” e, com vagas limitadas, é destinada a docentes da rede pública de Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

Leia também: Entrevistamos a cofundadora do Ensina Brasil, que está formando lideranças na educação

Neste encontro, os participantes terão a oportunidade de aprender, de maneira simples, prática e adaptável, diferentes estratégias para desenvolver as habilidades socioemocionais tanto em si próprios, quanto em seus alunos.

Alguns dos temas trabalhados serão:

A formação será realizada entre os dias 15, 16 e 17 de junho. Além disso, contará com especialistas apresentando as temáticas, bem como convidados especiais trocando experiências e conhecimentos. Haverá, ainda, a emissão de certificados de participação com seis horas de carga horária.

Formações Aprender & Reaprender #4 – Habilidades Socioemocionais

  • Datas: 15, 16, e 17 de junho
  • Horário: 18h às 20h BRT
  • Plataforma de acesso gratuito: Youtube
  • Inscrições: AQUI.

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