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Fabio Coelho

Truques de produtividade de 6 CEOs brasileiros

Por Época Negócios

Seis CEOs brasileiros - do Google, Magazine Luiza, Descomplica, SAP, Kroton e Fibria - contam seus principais truques para manter uma rotina produtiva.

O dia a dia de um presidente de empresa costuma ser, no mínimo, corrido. Eles têm rotinas malucas, acordam cedo e são bombardeados por demandas, além de carregarem nas costas a responsabilidade que vem com liderar uma companhia. Por isso, ter truques para aumentar a produtividade é fundamental. CEOs brasileiros revelaram à Época NEGÓCIOS o que fazem para ser mais produtivos. Esses executivos entrevistaram uns aos outros para a nossa edição especial de aniversário, que está em março nas bancas.

#1 Frederico Trajano, CEO do Magazine Luiza

O que faz para ser mais produtivo: Faz parte do grupo de presidentes que tenta tornar as reuniões mais eficientes. Uma dica? “Fazer reunião em pé.”

#2 Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil

O que faz para ser mais produtiva: Disciplina com horários e agenda, além de saber priorizar. Tentar fazer reuniões curtas, muitas vezes remotas — até mesmo de dentro do carro.

Leia mais: Inspire-se nas rotinas produtivas de CEOs e chefes de estado

#3 Marcelo Strufaldi Castelli, presidente da Fibria

O que faz para ser mais produtivo: Diz seguir a ideia de “get things done” — não deixa para depois o que pode ser feito em um ou dois minutos. Busca manter a caixa de e-mails vazia e acha importante “perder” cinco minutos para planejar o que vai fazer.

#4 Fabio Coelho, presidente do Google Brasil

O que faz para ser mais produtivo: Assim como os colegas, tenta sempre fazer reuniões mais rápidas.

#5 Rodrigo Galindo, presidente da Kroton

O que faz para ser mais produtivo: Usa o e-mail como se fosse uma to-do list. “Nunca deixo nenhuma mensagem na caixa sem resposta”, diz. “Tudo que ainda está lá é porque sei que tenho uma ação para tomar sobre aquilo.”

#6 Marco Fisbhen, CEO da Descomplica

O que faz para ser mais produtivo: Tenta marcar reuniões curtas, para que as pessoas sejam mais objetivas, com “baixíssima tolerância a atraso” e sem celular. Gosta de usar a hora do almoço para fazer reuniões.

 

 

Esta matéria foi originalmente publicada pela Época Negócios.

Foto: Fabio Coelho / Reprodução Época Negócios


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