Um Projeto: Fundação Estudar
Como fazer um bom pitch

Como fazer um bom pitch: 5 dicas para apresentar a sua trajetória da melhor forma

Por Suria Barbosa

Saber fazer um bom pitch é algo valioso para o mercado – seja para conseguir investidores ou "vender seu peixe" como profissional. No entanto, se apresentar bem em poucos minutos não é fácil. Confira dicas de quem já passou pela experiência!

Pitch é, basicamente, um “discurso de venda”. A palavra em inglês dá nome àquelas apresentações em que o objetivo é conquistar o comprador – ou investidor – que assiste. Por exemplo, durante as rodadas de investimento de uma startup, os empreendedores “vendem seu peixe” para quem pode ajudar com capital.

Porém, não é só essa ocasião em que os pitches são requisitos. Algumas oportunidades de emprego pedem que o candidato o faça. Nas Conferências Na Prática, por exemplo, alguns estudantes têm a oportunidade de se apresentar para recrutadores.

Fato é: geralmente envolvem uma situação em que se há muito a ganhar – seja verbas para fazer seu negócio progredir, uma vaga de emprego, etc. Por isso, é interessante saber como fazer um bom pitch, curto, adequado e versátil. Confira dicas de jovens que já o utilizaram.

5 dicas de como fazer um bom pitch

#1 Construa uma linha lógica

“O processo de montar o meu pitch foi primeiro pensar em quais são as informações que eu gostaria que as pessoas soubessem a respeito da minha história”, afirma Giorgio Zilli.

O próximo passo, segundo ele, é organizar em uma linha lógica que faça sentido. E que permita que as pessoas acompanhem a narrativa de forma fluida.

“Acredito que o principal do processo é determinar o que não deveria faltar e depois começar a construir essa linha lógica entre os pontos, dando uma floreada no meio, digamos assim”, resume.

#2 Trabalhe o autoconhecimento

Para Rafael Bacalhau, grande parte da dificuldade de montar o pitch vem do fato de que ele requer certa dose de autoconhecimento – sobre sua personalidade e suas ações. Principalmente, seus pontos fortes e fracos para poder mostrá-los na apresentação. Por isso, foque em entender mais sobre si mesmo.

#3 Às vezes, menos é mais

Fiel ao seu jeito de ser “muito objetiva”, Thaiza Loiola escolheu abordar a tarefa de se apresentar de forma mais minimalista. “Passei mais tempo detalhando cada uma das minhas experiências do que criando uma super narrativa”, explica.

Ela dá a receita do seu sucesso: tratar apenas do que for mais importante na sua trajetória estudantil e profissional.

#4 Apresente resultados

Se falar dos seus feitos, tente apontar consequências reais do que fez. Se possível, com números. A dica é de Rafael, que resume seu raciocínio: “a partir do que eu fiz, [demonstrei] quais foram os resultados concretos que as minhas ações trouxeram”.

#5 Não deixe o nervosismo dominar

Thaiza recomenda que não deixe o sentimento de medo te paralisar. Siga com o pitch mesmo bastante nervoso. E, lembre-se: “todo mundo está no mesmo barco”.

Inclusive, quem avalia sabe do nervosismo. “Eles, no nosso lugar, estariam nervosos também”, afirma a jovem. “Só tente deixar muito claro os pontos principais que você quer vender a seu próprio respeito”, complementa.

 

Dica do Na Prática:

Conhecer de perto as etapas de um processo seletivo e entender como acontece cada uma delas aumenta as suas chances de contratação. Se você ainda não se sente 100% confiante, não se preocupe, a Fundação Estudar reuniu as maiores referências no assunto em um curso online para te ajudar neste desafio. Inscreva-se agora pagando somente R$ 79 com o cupom PROCSEL_20 clicando aqui.

 

O que achou do post? Deixe um comentário ou marque seu amigo