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As 50 empresas mais inovadoras do mundo em 2020 – empreendedores brasileiros estão na lista

Por Suria Barbosa

Confira a seleção deste ano do site Fast Company das 50 empresas que estão causando mais impacto pelo mundo, tanto na cultura quanto no mercado e na indústria em que estão inseridas.

Anualmente, o site Fast Company, especializado em notícias sobre o novo mercado, lança uma lista dos negócios que estão causando mais impacto pelo mundo, em suas indústrias ou na cultura local. Confira sua seleção das empresas mais inovadoras de 2020, a partir da tradução do Na Prática.

As 50 empresas mais inovadoras do mundo em 2019

#1 Snap

“Por definir a agenda social”

As mensagens efêmeras do Snap e a comunicação individual protegem a privacidade do usuário. A empresa controla qual conteúdo é publicado para consumo público e, há muito tempo, montou uma equipe de verificadores de fatos para garantir que o material compartilhado seja verdadeiro. Snap, a empresa controladora do Snapchat, também tem features de realidade aumentada. Em suma, o Snap, em seu design e função principais, resolveu muitos dos problemas que agora associamos às mídias sociais. Além disso, destaca a Fast, a empresa também teve uma “notável recuperação” desde 2018.

#2 Microsoft

“Por juntar equipes”

A plataforma de mensagens da Microsoft, conhecida como Teams, se tornou o principal aplicativo de mensagens no ambiente de trabalho em 2019 – superando o concorrente Slack – quando alcançou mais de 13 milhões de usuários diários em julho. Em janeiro, ultrapassava 20 milhões, com 91 das 100 maiores empresas dos EUA usando-o.

#3 Tesla

“Por conseguir a primeira posição na corrida de carros elétricos nos Estados Unidos”

Depois de estimar que entregaria pelo menos 360.000 veículos no ano passado, a Tesla entregou 367.500. Isso é o dobro do número de carros vendidos nos dois anos anteriores combinados.

#4 Big Hit Entertainment

“Por mobilizar (e monetizar) fãs de música”

O Estádio Olímpico de Seul ficou lotado durante os três shows esgotados da banda pop BTS em outubro passado, mas alguns fãs ignoraram as longas filas de compras ao encomendar itens por meio do aplicativo de comércio eletrônico Weverse Shop (anteriormente chamado Weply), que oferece produtos exclusivos relacionados à banda. Outros verificaram os tempos de espera para quiosques de comida e postaram mensagens para os membros do BTS através do aplicativo de rede social Weverse. Esses serviços não foram criados por startups de tecnologia, mas por uma subsidiária da Big Hit Entertainment, empresa de gerenciamento e produção musical com sede em Seul que representa o BTS e outros artistas.

#5 Hackerone

“Por colocar hackers para trabalhar”

A HackerOne é uma empresa que conecta organizações e agências governamentais a uma rede de 600.000 hackers que testam sistemas em troca de pagamento e influência.

#6 White Claw

“Por fermentar um fenômeno de gênero neutro”

A marca de bebida alcoólica inovadora White Claw não tentou agradar às mulheres, homens ou amigos não binários especificamente, o que a ajudou a roubar mercado da cerveja.

Leia também: O que é inovação disruptiva?

#7 Shopify

“Por habilitar o lojista do futuro”

Shopify, a startup de logística de comércio eletrônico por trás da Kylie Cosmetics, Allbirds, Rothy’s e outras empresas, está construindo uma rede de varejo para competir com a Amazon.

#8 Canva

“Por libertar a criatividade corporativa”

Os modelos de design gráfico do Canva ajudam as pessoas a criar tudo, desde pôsteres e convites a cartões de visita e anúncios na web. O principal produto da empresa são as apresentações em slides, cada vez mais flexíveis, que agora permitem aos usuários editar em dispositivos móveis (e otimizá-las para telas pequenas).

#9 Roblox

“Por ‘gamificar’ os jogos”

Todo mês, mais de 100 milhões de usuários ativos globais gastam mais de 1 bilhão de horas no Roblox, uma plataforma de jogos on-line onde os usuários podem jogar e desenvolver seus próprios jogos.

#10 Zipline

“Por entregas os bens mais importantes – rápido”

A pioneira na entrega por drones Zipline leva remédios que salvam vidas às pessoas em Ruanda e Gana. Os próximos: Índia e Carolina do Norte.

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#11 KaiOS Technology

“Por ser mais esperta que o mercado de smartphones”

KaiOS é o sistema operacional móvel mais popular do qual você provavelmente nunca ouviu falar. Em vez de projetar software para smartphones completos, a KaiOS Technologies, com sede em Hong Kong, ultrapassou 150 milhões de usuários globais nos feature phones.

#12 Beyond Meat

“Por popularizar alternativas à carne”

À medida que o interesse em alternativas à carnes à base de plantas aumenta, a Beyond Meat está liderando o caminho, expandindo para 77.000 pontos de distribuição em 65 países.

#13 Bravado

“Por transformar bandas em marcas”

Bravado é a divisão de merchandising do Universal Music Group, que trabalha com Billie Eilish e dezenas de outros artistas, incluindo Justin Bieber e Blackpink.

#14 Meesho

“Por adicionar carrinhos de compras aos posts das redes sociais”

O aplicativo Meesho permite que os usuários construam lojas on-line selecionando mercadorias de mais de 21.000 pequenos e médios fornecedores. Os usuários podem comercializar esses produtos em suas redes pessoais através do Facebook, Instagram e WhatsApp.

#15 Spotify

“Por se tornar uma potência em podcasting”

Com as aquisições de Gimlet Media (produtor de Homecoming), Anchor (um aplicativo popular de criação de podcast), Parcast (estúdio de podcast de entretenimento com roteiro) e The Ringer (site de Bill Simmons), o Spotify está voltando suas proezas de análise de dados para podcasting.

#16 Hello Sunshine

“Por virar uma nova página no mundo do entretenimento”

Hello Sunshine é a produtora de filmes de Reese Whitershpoon. A empresa se tornou um mecanismo excepcionalmente poderoso para divulgar perspectivas das mulheres no mundo do entretenimento.

#17 Luckin Coffee

“Por cafeinar a corrente de restaurantes data-driven

Em apenas dois anos e meio desde o seu lançamento, a Luckin Coffee se tornou a maior cadeia de café da China, superando a Starbucks, que levou mais de duas décadas para alcançar esse status. Os dados informam praticamente todas as decisões que a Luckin toma, desde a colocação dos produtos na loja até o preço e a previsão de fornecimento.

#18 Merck

“Por vacinar contra o Ebola”

Depois de receber a aprovação da FDA para a vacina contra o Ebola, Ervebo, em 2019, a Merck está pronta para erradicar o vírus mortal.

#19 Whoop

“Por levar ciência de nível profissional para atletas casuais”

O bracelete fitness Whoop, que mede a variabilidade da frequência cardíaca de um usuário e oferece informações sobre tudo – desde intensidade e recuperação do treino até desempenho do sono -, foi inicialmente projetada para atletas de elite. Agora, está se tornando popular.

#20 Sweetgreen

“Por simplificar o delivery”

A cadeia de saladas fast-casual abriu apenas 11 restaurantes independentes em 2019 (para um total de 102 em todo os Estados Unidos), mas cresceu mesmo assim, graças às estações de coleta de almoço que estabeleceu em quase mil pontos em 9 cidades. O programa Outpost, que oferece entrega gratuita em horários determinados, permitiu que a Sweetgreen se desenvolvesse sem ter que lutar com o serviço de entrega individual.

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#21 Sage Therapeutics

“Por tratar a depressão pós-parto com rapidez”

A Sage Therapeutics criou o primeiro tratamento para depressão pós-parto aprovado pela FDA.

#22 Indigo

“Por lutar contra a mudança climática com terras agrícolas”

Conhecida por desenvolver um biocoating para sementes que reduz a necessidade de fertilizantes que poluem o meio ambiente, a Indigo, startup de agrotech, está com a missão de levar os agricultores do mundo a adotarem técnicas de cultivo mais sustentáveis.

#23 Vimeo

“Por pivotar com sucesso a empreender com vídeo”

Antes um negócio do YouTube, o Vimeo agora é um facilitador de criação de conteúdo que distribui vídeos na Web, mídias sociais (Facebook, Twitter e LinkedIn), TVs conectadas (Apple TV, Roku) e, sim, até no próprio YouTube.

#24 CaaStle

“Por dar aos fashionistas um novo negócio”

A plataforma de logística CaaStle integra-se aos sistemas de inventário das empresas de aluguel de roupase gerencia todo o processo de locação em seu nome, desde armazenagem e limpeza, até a coleta de feedback dos clientes.

#25 ThredUp

“Por tecer o caminho da indústria da moda em direção à economia circular

A plataforma de roupas usadas ThredUp que vende de tudo. Recentemente, a plataforma que tem 10 anos, também abriu novos caminhos em parceria com outros varejistas para encontrar possíveis compradores de itens de “segunda mão”, onde quer que estejam.

#26 Trove

“Por tirar mais das roupas que são feitas para durar”

A Trove desenvolveu compra, processa, dá preço e fotografa mercadorias de “segunda mão” antes de colocá-las à venda no site de cada marca (a Trove também cuida de devoluções e atendimento ao cliente).

#27 Brex

“Por dar acesso a crédito para startups”

Como cerca de metade de todas as startups fracassa; portanto, muitas pessoas não querem emprestar dinheiro a elas. Há dois anos, os empresário brasileiros Henrique Dubugras e Pedro Franceschi, que são membros da rede de Líderes Estudar, lançaram um cartão de crédito corporativo projetado para empresas jovens e em crescimento. Graças às integrações de tecnologia no software bancário e de rastreamento de vendas, a empresa consegue aprovar aplicações em minutos e monitora as métricas de negócios dos clientes em tempo real, permitindo que os limites de crédito das startups aumentem (ou diminuam) com as vendas.

O Programa Líderes Estudar oferece bolsa de estudo, mentoria, orientação de carreira, além do acesso à rede da qual os fundadores da Brex fazem parte. As inscrições para a edição 2020 estão abertas. Candidate-se pelo Na Prática!

Confira a entrevista exclusiva do Na Prática com os fundadores da Brex:

#28 Hopper

“Por eliminar a ‘fadiga de decisão’ de viagens”

Conhecida por criar uma ferramenta de reserva de voos que utiliza a IA para prever tarifas aéreas e alertar os viajantes sobre quedas de preços, a Hopper se tornou um marketplace de viagens centrado no cliente no ano passado.

#29 Strava

“Por usar dados para colocar os atletas em primeiro lugar”

Com mais de 50 milhões de usuários, a rede social fitness Strava – que permite que corredores, ciclistas e outros atletas enviem e compartilhem estatísticas e rotas de exercícios -, não vende anúncios direcionados. A empresa ganha dinheiro com assinaturas premium que incluem serviços para ajudar os usuários a atingir metas de treinamento e analisar seus próprios dados de saúde.

#30 Immuta

“Por ajudar as empresas a cumprir as regras de privacidade de dados em evolução”

A Immuta cria softwares para ajudar as empresas a governar, compartilhar e trabalhar com dados, ao mesmo tempo em que aderem às leis de privacidade mundiais.

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#31 Wattpad

“Por tornar popular histórias de nicho”

A plataforma digital Wattpad direciona seus 80 milhões de leitores mensais para histórias de seus 4 milhões de autores autopublicados com a ajuda de machine learning, que categoriza todo esse conteúdo.

#32 Attabotics

“Por embalar armazéns (e caixas) mais eficientemente”

A empresa de automação Attabotics encolhe o armazém típico em unidades verticais compactas, usando robôs para transportar itens das prateleiras para os embaladores de caixas.

#33 Rothy’s

“Por construir uma marca de venda direta ao consumidor que se destaca”

Em 2016, a Rothy’s estreou suas sapatilhas exclusivas, feitas de garrafas de água recicladas e fabricadas com uma técnica eficiente de tricô 3D. Em 2018, a marca se tornou viral, vendendo um milhão de pares e gerando 140 milhões de dólares em receita. Em 2019, superou 1,4 milhão de clientes – um aumento de 105% em relação ao ano anterior.

#34 Calm

“Por ser coach do seu cérebro”

O aplicativo Calm foi baixado 60 milhões de vezes no ano passado, com dois novos usuários entrando quase a cada segundo. Depois de perceber em 2016 que muitos clientes estavam ouvindo para adormecer, a empresa lançou Sleep Stories: contos de dormir para adultos. O recurso se tornou tão popular que a Calm se expandiu ainda mais para o setor de bem-estar, com aulas de auto-aperfeiçoamento, rotinas de alongamento e músicas para relaxar.

#35 Twiga Foods

“Por atualizar a economia do mercado informal do Quênia”

Lançada em 2014 para ajudar os varejistas urbanos a adquirir produtos como bananas e tomates de pequenos agricultores quenianos, a Twiga passou 2019 expandindo sua plataforma para abranger bens não perecíveis e desenvolver suas capacidades de entrega. Também integrou um novo produto que oferece crédito aos fornecedores para expandir seus negócios.

#36 Color of Change

“Por cuidar da lei com suas próprias mãos”

A Color of Change trabalha com Ava DuVernay, diretora do “When They See Us”, para colocar no cargo promotores reformados e diminuir vieses raciais nas condenações.

#37 Carta

“Por facilitar a ascensão equitativa de mercados privados”

A Carta ajuda funcionários de empresas privadas a gerenciar suas ações e opções antes mesmo de um IPO.

#38 Footprint

“Por orientar os negócios a alternativas ao plástico – em escala”

A Footprint usa materiais como papel de jornal e papel kraft para produzir embalagens sustentáveis.

#39 Apple

“Por mudar os jogos”

Lançado em setembro de 2019, o Apple Arcade é um serviço que oferece acesso ilimitado a mais de 100 jogos para iPhone, iPad, Mac e Apple TV, todos sem anúncios. e compras no aplicativo. Para os consumidores, sai pelo valor de cinco dólares por mês; para a Apple, é uma nova maneira de gerar receita com seus dispositivos ativos.

#40 Truth Initiative

“Por ‘limpar o ar’ em relação aos cigarros eletrônicos”

Mais de 136 mil usuários de cigarros eletrônicos estão usando uma ferramenta gratuita de texto da Truth Initiative para parar de fumar.

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#41 Vertex

“Por atacar a causa subjacente da fibrose cística”

Um novo tratamento da Vertez faz com que 90% dos pacientes com fibrose cística respirem melhor.

#42 Maven Clinic

“Por orientar os trabalhadores em direção à licença parental – e de volta”

A Maven Clinic é uma rede de telemedicina focada na saúde das mulheres oferecida como benefício aos funcionários nas organizações, que conecta os trabalhadores com ginecologistas, nutricionistas e outros especialistas por meio de bate-papo por vídeo ou mensagens, por uma fração do custo de uma visita pessoal.

#43 Graphcore

“Por processar o verdadeiro potencial da Inteligência Artificial”

A startup Graphcore está fazendo com que os super chips que alimentam a inteligência artificial trabalhem mais rápido do que nunca.

#44 Teachable

“Por tirar um 10 em suporte a instrutores”

A plataforma de educação online Teachable permite que os especialistas em assuntos ofereçam cursos em vídeo para públicos pagantes. A empresa ajuda instrutores a criar fachadas de lojas digitais para seus vídeos, enquanto lidam com pagamentos e outras questões logísticas.

#45 Bleacher Report

“Por ser obcecada com cultura de esportes”

“Tornamos o mais fácil possível ser um fã de esportes”, diz Howard Mittman, CEO da Bleacher Report, a marca de mídia esportiva amiga dos millennials e Gen-Z.

#46 Rally

“Por vender colecionáveis por ações”

Plataforma Rally permite que investidores regulares compram e vendam ações em colecionáveis ​​de última geração, como carros e bolsas de marca.

#47 Omaze

“Por incentivar doações”

O Omaze é uma plataforma global de sorteios on-line que reúne experiências cobiçadas e prêmios para arrecadar dinheiro para outras organizações. Desde 2012, o modelo de negócios com fins lucrativos arrecadou mais de 130 milhões de dólares para instituições de caridade.

#48 Healthy.io

“Por diagnosticar com o smartphone”

Healthy.io aproveita a visão computacional para transformar as câmeras dos smartphones em ferramentas de diagnóstico.

#49 Cameo

“Por proporcionar aos fãs uma emoção única”

Plataforma que aproveita a cultura e a nostalgia dos fãs para criar um novo tipo de experiência social: os usuários compram mensagens de vídeo personalizadas de celebridades e influenciadores entre 2 e 2500 dólares.

#50 Meow Wolf

“Por cativar audiências”

Conhecida por criar instalações de arte imersivas, a Meow Wolf, com sede em Santa Fe, no Novo México, evoluiu no ano passado de um coletivo de artistas para uma empresa.

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