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pesquisa sobre a Copa do Mundo

Pesquisa sobre a Copa do Mundo revela que a maioria das empresas liberou funcionários para assistir jogos em casa

Por Suria Barbosa

O estudo, realizado pela empresa especializada em pesquisa de mercado MindMiners, também trouxe dados sobre a produtividade e o interesse dos brasileiros no mundial de futebol.

Os ânimos dos brasileiros em relação à Copa do Mundo de 2018 não estão dos melhores depois que a seleção perdeu para a Bélgica e foi desclassificada. Mas uma pesquisa sobre a Copa realizada pela MindMiners, empresa de tecnologia especializada em pesquisa de mercado digital, mostrou que, durante o mundial, o sentimento dominante era o de otimismo.

Cerca de 64% dos 401 entrevistados afirmou acreditar que o Brasil ganharia. Além disso, 28% declarou alto interesse em acompanhar a competição. Nesse quesito, o timing com certeza teve um papel importante: o estudo foi feita depois do jogo do México e antes do da Bélgica.

Com 51% de entrevistados homens e 49% de mulheres, a pesquisa sobre a Copa do Mundo da MindMiners também revelou como os profissionais e as organizações lidaram com a época de jogos.

Resultados da pesquisa sobre a Copa do Mundo

Ao contrário do que pode parecer, a maioria dos entrevistados (75%) considerou que a Copa não atrapalhou sua produtividade. Do total, 9% ainda afirmou que o evento melhorou sua eficiência – e 15% viu efeitos negativos da programação em seu rendimento no trabalho.

Do ponto de vista das mudanças na rotina de trabalho, outro resultado surpreendente é que 68% das empresas deixou que os funcionários para assistirem os jogos onde quisessem. Em segundo, com 28%, foram as organizações que não liberaram, mas montaram uma estrutura interna para que assistissem.

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Mesmo com o apelo que o evento mundial de futebol tem no país, 7% das empresas proibiram que seus funcionários vissem os jogos. Apenas 25% dos profissionais que foram liberados tiveram de compensar a folga – a maioria em horas de trabalho (66%).

Como resultado das políticas mais flexíveis, 71% escolheram ver os jogos em casa e 34% na casa de conhecidos – contra 36% dos que viram no trabalho. O que dá sentido ao próximo resultado: a maioria dos entrevistados assistiu às partidas em companhia da família (71%). Bares e restaurantes foram a escolha de 12% e 6% dos espectadores, respectivamente.

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