A frente das grandes companhias de sucesso, sempre tem uma pessoa que carrega consigo o nome e o espírito da empresa: o CEO. A sigla se refere ao termo em inglês Chief Executive Officer, que pode ser traduzido como Diretor(a) Executivo(a). Na cultura brasileira, o cargo seria o equivalente ao de presidente, ou seja, a posição mais alta dentro da organização. 

O que faz um CEO

Como principal responsável pelas decisões estratégicas, o Chief Executive Officer define qual será o posicionamento e direção que a empresa deve seguir. Além disso, o profissional deve promover uma boa gestão do negócio, implementar planos de ação e pensar no futuro da organização. Tudo isso considerando todos os envolvidos no negócio, desde colaboradores, investidores até clientes e fornecedores. 

De forma geral, fica a cargo desse profissional as principais decisões de negócios de uma empresa. Contudo, ele costuma responder a um conselho que avalia sua performance. Não necessariamente o CEO é o dono ou fundador da companhia, apesar de comumente essa posição ser ocupada por quem criou a organização. De acordo com uma publicação realizada por pesquisadores no Harvard Business Review, quem desempenha essa função deve possuir um perfil específico. 

“Os tipos de habilidades cada vez mais favoráveis ​​são forte comunicação, empatia, colaboração e construção de confiança. Uma habilidade que será de maior importância será a capacidade de obter confiança pública como a face da empresa. Isso incluirá facilidade e credibilidade em relação à iniciativas socialmente responsáveis”, aponta a publicação. 

Além disso, fortes habilidades de liderança são essenciais uma vez que o profissional deve comandar um time inteiro e trabalhar em equipe. É importante ressaltar que o CEO é parte de uma equipe executiva que costuma incluir diretores de operações, finanças, tecnologia, marketing e outros, também conhecidos como cargos C-Level

Ainda segundo a HBR, a maioria dos Chief Executive Officer considerados como os melhores de 2019 (quando foi realizado o último levantamento) assumiram seus cargos, em média, aos 45 anos e trabalhavam na empresa há pelo menos quinze anos. Outro ponto interessante é que cerca de 60% deles não possuem MBA e a maioria conquistou o cargo após uma seleção interna da companhia.

Um caminho para o sucesso

Para ser considerado um bom CEO, o profissional precisa ser capaz de melhorar o rendimento financeiro da empresa ao mesmo tempo que promover boas condições de vida e trabalho para os colaboradores. Contudo, para o mercado, o posicionamento de marca e crescimento do faturamento costumam ser indicativos de uma boa gestão. 

Nomes como Steve Jobs e Jeff Bezzos são considerados como bons Chief Executive Officer pela inovação e crescimento que trouxeram às suas empresas, além da história de superação pessoal. Mas, de outro lado, muito se reclama sobre os métodos utilizados para alcançar esses resultados, que incluem exploração de mão-de-obra e abuso moral. 

De acordo com o Brand Guardianship Index 2022, da consultoria de avaliação de marcas Brand Finance, os CEOs da atualidade precisam fazer mais do que simplesmente ajudar um negócio a crescer e ganhar dinheiro para investidores. Em um mundo que valoriza cada vez mais as relações interpessoais, os bons líderes são aqueles capazes de construir boas relações com os stakeholders e melhorar a reputação da marca. 

Além disso, mais do que nunca, o mercado cobra que as empresas trabalhem com responsabilidade social e ESG, movimento que deve ser incentivado pelo Chief Executive Officer nas tomadas de decisões e estratégias adotadas. 

Os melhores no cargo

O índice da Brand Finance também avalia quem são os 250 principais CEOs do mundo, com base nas habilidades de construção de marca e geração de valor de forma sustentável. Na edição de 2022, Satya Nadella da Microsoft foi considerado o melhor do ano pelos esforços em transformar a cultura da empresa incentivando trabalho em equipe, inovação, inclusão e uma mentalidade de crescimento em todo o negócio. 

Os dez primeiros colocados são majoritariamente nomes à frente de empresas de tecnologia e mídia, dos Estados Unidos e China, sinalizando o importante papel que as organizações tiveram no cenário empresarial durante a pandemia. Representando o Brasil, Milton Maluhy Filho do Itaú aparece na 231º posição. Confira o top 10: 

1º – Satya Nadella da Microsoft

2º – Tim Cook da Apple

3º – Jianjun Wei da Great Wall 

4º – Huateng Ma da Tencent 

5º – Sundar Pichai da Google

6º – Shantanu Narayen da Adobe

7º – Reed Hastings da Netflix 

8º – Jensen Huang da Nvidia

9º – Marc Benioff da Salesforce

10º – Lisa Su da AM

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