Terceiro setor: como é ser trainee na Fundação Lemann?

"A possibilidade de trabalhar com algo em que acredito e enxergar o impacto positivo das ações e esforços diários no trabalho são fatores que me atraíram para o terceiro setor", diz Julia Tami

Rafael Lopes, do , em 06.05.2016
Chinesa olhando pra cima [AcervoPessoal]

O portal MyTrainee entrevistou Julia Tami Ishikawa, trainee da Fundação Lemann. Na conversa, temas como educação, projetos que realizou e o desenvolvimento de carreira foram abordados. Além disso, Julia, formada em jornalismo pela USP, também compartilhou a experiência de trabalhar no terceiro setor e deu dicas importantes para quem está pensando em participar do processo seletivo da Fundação, que está com as inscrições abertas até o dia 8/5.

Compartilhe conosco um pouco da sua experiência acadêmica e profissional
Sou formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo. Durante a graduação, participei de diferentes atividades acadêmicas e entidades, como projetos de extensão universitária, empresa júnior e iniciação científica. Também tive a oportunidade de estudar um período da graduação na França, por meio de um convênio acadêmico. Morando em Paris, tive a minha primeira experiência profissional, em um estágio na UNESCO. Sempre com interesse por educação, todas as minhas experiências profissionais estão de alguma forma relacionadas ao setor.

Como surgiu o interesse em trabalhar com o terceiro setor?
O interesse por trabalhar no terceiro setor está muito relacionado ao meu interesse por educação. A possibilidade de trabalhar com algo em que acredito e enxergar o impacto positivo das ações e esforços diários no trabalho são fatores que me atraíram e continuam me atraindo para o terceiro setor.

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MyTrainee: O que é educação para você?
É difícil definir educação em uma frase. Mas, de maneira bem geral, entendo a educação como processo fundamental para a descoberta, o desenvolvimento e a autonomia das pessoas. Com uma educação de qualidade, os estudantes são formados para fazerem de maneira livre, consciente e autônoma as suas próprias escolhas.

A fundação Lemann desenvolve e apoia diversos projetos relacionados a educação. Fale um pouco a respeito deles e compartilhe se já teve a oportunidade de se envolver em algum.
Participando do programa de trainee, eu tive a oportunidade de conhecer todas as áreas e quase todos os projetos da Fundação Lemann. No semestre passado, trabalhei na área de Operações, apoiando o desenvolvimento e gestão de produtos para educação. Dentre eles, a parceria com a Khan Academy e o Coursera no Brasil, a criação do aplicativo Gatópolis para alfabetização e o lançamento da ferramenta Remind de comunicação entre pais, alunos e professores. Atualmente, estou na área de políticas educacionais, trabalhando em projetos relacionados à produção e disseminação de evidências para subsidiar a tomada de decisão, a implementação de políticas públicas e reformas educacionais.

Falando sobre desenvolvimento de carreira, comente sobre as evoluções que você percebeu desde que se tornou trainee da Fundação Lemann.
Percebo um desenvolvimento pessoal e profissional significativo desde que entrei no programa de trainee. Com uma dinâmica bastante intensa, o programa proporciona um volume enorme de aprendizado e sempre propõe desafios. Aprendemos de maneira muito prática e ganhamos gradativamente autonomia, impactando positivamente a carreira.

Para finalizar, quais dicas você daria para quem está participando do processo seletivo.
Acredito que conhecer profundamente o trabalho da organização ajuda muito no processo seletivo. Estar apropriado dos projetos, pesquisas e iniciativas nos ajuda a compreender a missão e o perfil de trabalho que se espera. Hoje a Fundação tem ótimos canais de comunicação e divulgação, onde é possível encontrar informações detalhadas sobre as diferentes áreas e projetos.

Para se inscrever no Processo Seletivo da Fundação Lemann, clique aqui.

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Este artigo foi originalmente publicado em MyTrainee