luciano huck

O sucesso de Luciano Huck na televisão pode até ofuscar o seu lado empreendedor. À frente do Caldeirão do Huck, programa veiculado na Rede Globo há mais de uma década, ele foi eleito em 2013 uma das 15 celebridades mais influente do Brasil pela revista Forbes. Mas o apresentador parece ter para os negócios o mesmo faro apurado que tem para a audiência televisiva.

Huck fundou em 2010 a Joá Investimentos, que tem participações em empresas com atuação em áreas bastante variadas – de moda à mobilidade urbana, passando por internet e academia de ginástica. Como investidor, Luciano logo no início participou de um dos cases mais famosos do Brasil quando o assunto é startups de sucesso: o gigante das compras coletivas Peixe Urbano.

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Um apresentador no mundo corporativo

Na verdade, foi o próprio Julio Vasconcellos, CEO do Peixe Urbano, que trouxe o apresentador para o mundo corporativo: “Ele plantou uma semente na minha cabeça quando veio falar comigo sobre o boom das redes sociais, e eu comecei a entender mais o que estava acontecendo nesse mercado digital. Vi que tinha um mundo muito interessante de que eu não estava participando, porque meu tempo era todo da televisão”, contou durante o CEO Summit, evento organizado pela Endeavor, na última quinta-feira.

Foi assim que Luciano – que antes de ganhar notoriedade na Rede Globo já tinha sido sócio de bares, restaurantes e baladas – resolveu voltar para o mundo do empreendedorismo, mas agora como investidor. E parece ter dado certo. Em 2013, a empresa anunciou um lucro líquido de 8,6 milhões de reais, com participação em mais de 20 negócios.

No portfólio da Joá, chamam a atenção dois empreendimentos cariocas de sucesso: a marca Reserva (que recentemente expandiu seu e-commerce) e a produtora Porta dos Fundos, canal brasileiro mais rentável do YouTube. Coincidência ou não, o nome do fundo também faz referência ao Rio de Janeiro: Joá é o bairro em que o global mora. No campo da mobilidade urbana, tem participação em um projeto que disponibiliza bicicletas para aluguel no Rio de Janeiro e São Paulo.

Mas, afinal, em que tipo de empreendedor ele está disposto a investir?

“Investimos em empreendedores que pensam fora da caixa, que estejam fazendo diferença, pode ser na comunicação, na moda, em seu dia a dia. Em negócios com que eu me identifico, de que eu gostaria de fazer parte, que eu gostaria de ver crescer”, ele explica. “De dinheiro e boas ideias o mundo está repleto, queremos gente apaixonada e com foco.”

O apresentador também diz ser um grande apoiador do empreendedorismo social no Brasil. “Os novos Steve Jobs ou os novos Bill Gates das próximas décadas serão os empreendedores sociais. Gente que possa melhorar a vida das pessoas, que tenha impacto global.”

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