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Esse “cemitério de startups” quer ajudar empreendedores a evitarem os mesmos erros

Por Redação, do Na Prática



Da quantidade de investidores às principais razões que levaram as startups ao fracasso, o Startup Graveyard quer eliminar o estigma do fracasso

Tocar um negócio não é fácil, mas muitas pessoas cometem os mesmos erros – e ter consciência das pedras pelo caminho pode ajudar bastante.

Com isso em mente, seja bem vindo ao cemitério de startups do Startup Graveyard, um site criado para oferecer histórias de dezenas de empreitadas que falharam no Vale do Silício.

Os autores do projeto explicam que têm quatro objetivos: tirar o estigma do fracasso, aumentar a transparência, criar uma comunidade e oferecer informações para que outros empreendedores não cometam os mesmos erros. “Estamos pedindo muito, mas começa aqui”, escrevem.

Os setores do “cemitério” são variados, de propaganda à finanças, e incluem startups que alcançaram certo nível de fama antes de fecharem as portas, como a rede social Secret e a plataforma de streaming de músicas Grooveshark.

A Secret, por exemplo, permitia que usuários compartilhassem segredos anonimamente. Chegou a captar US$ 35 milhões em investimentos mas perdeu fôlego ao não conquistar usuários diários e não criar regras de comportamento, que os afastou ainda mais.

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Já o Grooveshark, que existiu por quase uma década e chegou a ter 35 milhões de usuários, foi derrubado por processos na justiça e por competidores como a Apple, que proibiram o download do aplicativo – o que foi ótimo para a Apple Music e para o Spotify, que tomaram o mercado.

E há diversas outras histórias menos conhecidas, mas não menos fascinantes, como a Rdio, outra plataforma de streaming e compartilhamento de músicas.

Com cerca de US$ 127 milhões em financiamento, a empresa tropeçou ao exigir que o usuário pagasse pela assinatura – a competição incluía anúncios, mas permitia acesso gratuito –, ser perfeccionista demais em relação ao design e não conseguir reter talentos, trazendo instabilidade ao produto.

Se você tiver uma história para adicionar à coletânea crescente, os organizadores estão abertos a sugestões. Aliás, em suas palavras, estão abertos a “relatórios de autópsias”.

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