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Inteligentes Criativas

Smart Creatives – As novas criaturas que dominarão o mercado de trabalho

Por Redação, do Na Prática

Conheça o conceito e as características das criaturas "inteligentes criativas" – e o que as torna tão valiosas para empresas como Google e startups.

É comum ouvirmos que a geração millenium está trazendo uma revolução nas relações e ambientes de trabalho. Porém, encarar as mudanças rápidas que estão acontecendo no mercado considerando apenas o aspecto geracional é perder o contexto geral destas transformações – o do surgimento de um novo tipo de funcionário chamado “Smart Creative”. Ou, pelo menos, isso é o que defendem Eric Schmidt e Jonathan Rosenberg em seu livro “How Google Works” (“Como o Google Funciona”, na edição brasileira).

O livro afirma que este tipo de profissional, “Inteligente Criativo”, não está necessariamente relacionado a uma faixa etária ou geracional, e sim a um tipo de mindset que está ganhando espaço na era da informação em que vivemos. E para eles o Google está sempre de portas abertas.

O ingrediente principal para empresas de sucesso na era da informação, segundo eles, é construir times, companhias e culturas organizacionais ao redor destas pessoas “Inteligentes Criativas”.

Mas o que são estas criaturas “Inteligentes Criativas”

Há algumas qualidades que definem o comportamento de um “smart creative” – e que os torna tão valiosos para empresas como Google e Startups.

Para começar, “inteligentes criativos” são criaturas que combinam um modo de pensar técnico com muitas ideias fora da caixa de como resolver problemas complexos. Eles reconhecem a importância dos dados e sabem como utilizá-los para fazer escolhas melhores. Porém, por também saberem das limitações do uso de dados, eles não abrem mão de soluções criativas com base em cenários de incerteza.

Outro aspecto importante da personalidade dos Smart Creatives é que eles são muito voltados a resultados – e não se importam tanto com o reconhecimento, e sim com o impacto gerado pelos seus projetos. Por isso mesmo, eles são muito mão na massa: para eles, não é suficiente imaginar e planejar projetos; eles vão da concepção à realização; se dão bem com tecnologias e adotam suas entregas como se fossem seus filhos.

Não faz parte da personalidade de um inteligente criativo esperar que alguém conserte ou dê andamento às coisas. Eles são do tipo que não se deixam segurar quando têm uma ideia que conseguem levar à prática e não têm medo de errar ou de tentar algo novo.

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As criaturas inteligentes criativas não se calam quando discordam e não gostam de ter sua atuação restringida por estruturas organizacionais, burocracia ou hierarquia. Elas são abertas a novas perspectivas e estão sempre questionando, debatendo e buscando problemas que possam resolver.

Eles são motivados por seu próprio senso de propósito e desejo de fazer “coisas grandes”.

Parece impossível encontrar alguém que reúna todas estas características? Os autores do livro concordam.  “Nem toda [pessoa] criativa inteligente possui todas essas características – na verdade, pouquíssimas possuem. (…) Porém, todas devem ter tino comercial, conhecimento técnico, energia criativa e uma abordagem prática para realizar as coisas” afirmam. E é assim que a mágica acontece.

 

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