Três iniciativas de liderança feminina para você conhecer, apoiar e participar!

Igualdade de gênero só será realidade se unirmos esforços para empoderar cada vez mais mulheres a serem protagonistas de suas carreiras e sonharem grande

Rafael Carvalho, do , em 05.10.2015
Grupo de mulheres sorri em sala [Flickr]

Cada vez mais, líderes políticos e empresariais têm unido esforços para atingir a igualdade de gêneros nos campos de carreira e profissão. De acordo com um novo relatório do McKinsey Global Institute, um cenário de participação plena das mulheres na economia mundial adicionaria 28 trilhões de dólares ao PIB global até 2025. Assim, além de uma questão de direitos, liderança feminina é também uma questão de desenvolvimento econômico.

No entanto, esse cenário só será realidade se unirmos esforços para empoderar cada vez mais mulheres a serem protagonistas de suas carreiras e sonharem grande. A seguir, conheça três iniciativas de liderança feminina que valem o seu apoio e compartilhamento:

1. ImpulsoBeta

Fundada pela empreendedora Renata Moraes, trata-se de uma plataforma online e presencial de apoio a mulheres em busca de inspiração, orientação e ferramentas para seguir em direção a realização e felicidade profissional. Segundo a empreendedora, a missão da Impulso Beta é impulsionar carreiras femininas. “A gente acredita que as mulheres têm sonhos incríveis para suas carreiras e que o trabalho, seja ele qual for, faz parte da construção de uma jornada de vida com propósito, contribuição para o mundo e autorrealização”, diz. A empresa oferece serviços como coaching, palestras e programas de liderança, como o Lidera Beta e o Lidera Beta Jovem. Conheça!

2. Technovation

Trata-se de um grupo internacional que incentiva meninas no colégio a se interessarem por programação e engenharia. No Brasil, a iniciativa é representada por Camila Achutti, uma das mais ativas e reconhecidas vozes no movimento pela igualdade de gênero no mercado de computação e tecnologia da informação. Em sua turma de Ciência da Computação da USP (Universidade de São Paulo), Camila foi uma das duas únicas meninas a se formar — e hoje luta para reverter esse quadro. É possível saber mais sobre ela aqui, e conhecer o Technovation aqui.

3. Projeto ‘Elas nas Exatas’

Para atacar o problema da igualdade de gênero no campo das Exatas com uma solução a longo prazo, são necessárias ações voltadas para a faixa etária onde nasce a desigualdade entre meninas e meninos: a juventude — que, durante os ensinos básico e médio, vai decidir o caminho profissional que deseja seguir. O projeto ‘Elas nas Exatas’ vai selecionar e apoiar dez projetos de gestão escolar que reduzam o impacto das desigualdades de gênero na hora de escolher a profissão. Vale acompanhar! Saiba mais aqui.