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Conheça as finalistas do Prêmio Claudia na categoria Políticas Públicas

Por Rafael Carvalho

Veja a história inspiradora de três mulheres que lutam pelo apoio da polícia às vítimas de violência doméstica, pela melhoria da educação pública e pelos direitos dos pacientes com câncer

Quem são as mulheres que batalham para fazer do Brasil um país melhor? O Prêmio Claudia, maior premiação feminina da América Latina, chega à sua 22ª edição reconhecendo o talento, as histórias de superação e a realização de brasileiras em diferentes áreas. O prêmio é uma realização da revista Claudia, da Abril.

Conheça, a seguir, as três finalistas da categoria Políticas Públicas.

Denice Santiago

Depois de fazer parte da primeira turma feminina da Polícia Militar da Bahia, Denice Santiago participou de várias iniciativas em prol das mulheres. Na PM baiana, ela esteve presente na criação do Centro de Referência Maria Felipa, núcleo que tem a missão de valorizar e melhorar as condições de trabalho da mulher no batalhão.

Algum tempo depois, quando já trabalhava na Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres, ela teve a ideia de criar a ronda Maria da Penha, batalhão especial que faz visitas periódicas e acompanha de perto as vítimas de violência doméstica. Veja o que diz Denice:

Merula Anargyrou Steagall

Portadora de um tipo raro de anemia, a talassemia, Merula Anargyrou Steagall não se contentou em sobreviver. Ela tem um longo histórico de defesa de pessoas com linfoma, leucemia e talassemia. Em 2000, Merula assumiu a presidência da Associação Brasileira de Talassemia (Abrasta) e liderou sua recuperação de uma grave crise.

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Em 2002, Merula se dedicou à criação da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), que tem, entre seus objetivos, a criação e o monitoramento de políticas públicas que garantam os direitos dos doentes com câncer. Veja o depoimento dela:

Priscila Cruz

Depois de dirigir a ONG Faça Parte, de trabalho voluntário estudantil, Priscila Cruz fundou, em 2006, o movimento Todos pela Educação, iniciativa que tem como objetivo garantir ensino de qualidade nas escolas do país.

Entre as conquistas da entidade está a emenda constitucional nº 59, de 2009, que ampliou a faixa etária que tem direito à educação básica gratuita: passou de 7 a 14 anos para 4 a 17 anos. Confira o que diz Priscila:

 

Este artigo foi originalmente publicado em EXAME.com

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